The O.C – (Resenha) Assistindo a série em 2025

Assisti The O.C. pela primeira vez, 21 anos depois do lançamento, e só posso dizer: que experiência incrível!


Pensa num lugar paradisíaco na Califórnia, cheio de mansões, praias perfeitas e pessoas ricas vivendo aquela vida que parece tirada de um sonho. Esse é Orange County, ou simplesmente “O.C.”. Mas aí chega Ryan Atwood, um adolescente cheio de problemas, vindo de uma realidade completamente diferente. Ele é acolhido pela família Cohen e aos poucos, Ryan descobre que, por trás de todo o glamour, tem muito drama, segredos e confusões. Essa série prova que nem tudo que reluz é ouro.

A primeira temporada é o auge do estilo teen dos anos 2000: temos uma garota descolada, sua amiga patricinha, um bad boy e um nerd. A coisa pega fogo quando todos se encontram e os destinos são alterados, a patricinha Summer Roberts acaba se apaixonando por Seth Cohen, o nerd rejeitado e agora irmão adotivo de Ryan, que faz de tudo para protege lo sempre.

Das quatro temporadas (exibidas de 2003 a 2007), a primeira é minha favorita. Ela acompanha Ryan tentando se adaptar ao novo mundo, enquanto expõe as desigualdades sociais e os problemas que os ricos preferem esconder. Além disso, a relação dele com os Cohen é linda de ver e mostra o impacto da empatia e do acolhimento.

Ao longo da série, os dramas e dilemas dos personagens principais – Ryan, Marissa, Seth e Summer – são super intensos e cheios de temas relevantes como alcoolismo, infidelidade, preconceito e bullying, tudo tratado com muito cuidado e emoção. O roteiro sabe equilibrar drama e humor, e a trilha sonora nos leva aquele sentimento de nostalgia.

A segunda temporada já começa mais sombria, com os personagens enfrentando desafios maiores, mas ainda tem momentos leves e engraçados, graças à dinâmica entre Seth, Summer e Ryan. Mais madura, a série explora temas mais pesados sem perder a essência.

A terceira temporada aprofunda ainda mais a transição dos personagens para a vida adulta, culminando na perda de um personagem principal. Foi um momento inesperado e doloroso, mas fez sentido para o enredo, já que o arco do personagem tinha chegado ao fim.

Já a quarta e última temporada traz uma vibe bem diferente. É mais leve e cheia de esperança, como uma homenagem ao início da série. Pra mim, foi uma delícia assistir, com aquele clima nostálgico que te faz lembrar por que você se apaixonou por The O.C.. O final da série é emocionante, com um salto no tempo que mostra os personagens seguindo em frente, encontrando felicidade e estabilidade. Não vou mentir: chorei muito!

No fim, The O.C. foi mais do que uma série teen. Ela conquistou um lugar especial na cultura pop, marcando uma geração com sua mistura de entretenimento e reflexão social. Vale cada episódio, e eu recomendo demais acompanhar todo o drama, as risadas e as lições que ela tem a oferecer.

Personagens principais:

SERIE: The O.C;
ANO: 2003 A 2007;
CRIADA POR: Josh Schwartz;
4 Temporadas 92 Episódios;
DISPONÍVEL: MAX.

Boa leitura,

Ceci Moya

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